sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Edição histórica do jornal Charlie Hebdo; o UCHO.INFO disponibiliza versão digital

Para guardar – Quando os sobreviventes do ataque terrorista à redação do Charlie Hebdo decidiram aumentar para 3 milhões de exemplares a primeira edição do semanário parisiense após o atentado, por certo imaginaram que a quantidade de jornais seria suficiente para atender a demanda. Nas bancas de jornais da França desde a madrugada desta quarta-feira (14), o Charlie Hebdo, que traz na capa mais uma charge de Maomé, esgotou em questão de minutos.
Em várias cidades francesas formaram-se enormes filas para comprar o jornal satírico, que foi obrigado a colocar no mercado, a toque de caixa, mais dois milhões de exemplares. A edição histórica foi traduzida para dezesseis idiomas, o que aumentou ainda mais a procura. No rastro da tragédia que chocou o planeta na última quarta-feira (7), o Charlie Hebdo faturou em apenas uma edição muito mais do que normalmente fatura ao longo de um ano. Fora isso, a publicação ganhou muitos novos assinantes, entre eles algumas celebridades, como George Clooney e Arnold Schwarzenegger, que concordaram em pagar US$ 180 por uma assinatura anual.
A procura pela edição desta terça-feira do Charlie Hebdo foi tamanha, que, horas depois de a publicação ter esgotado, alguns sites de leilões começaram a oferecer um exemplar do jornal por 100 mil euros, valor que não animou os interessados.
Alguns mais afoitos pagaram milhares de dólares por um exemplar, mas não causará surpresa se uma nova leva da histórica edição chegar às bancas nas próximas horas, pois ainda é grande a procura, especialmente depois das críticas ao jornal que surgiram no mundo islâmico.
Para aqueles que não fazem questão de ter o exemplar físico do Charlie Hebdo, que na esteira da tragédia acabou promovendo a publicação, o UCHO.INFO disponibiliza uma versão em formato PDF da edição desta quarta-feira e que em menos de uma hora tornou-se objeto do desejo de nove entre dez defensores da liberdade de expressão.
Clique aqui e depois do carregamento do arquivo passe o mouse no canto inferior direito e selecione a opção salvar, representada por um ícone de disquete. Escolha a pasta de armazenamento, nomeie o arquivo como quiser e clique em SALVAR.
Fonte: UCHO.INFO

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Abertas inscrições para curso a distância sobre Patrimônio Imaterial

Até o próximo dia 30 de janeiro estão abertas as inscrições para o curso EADFormação para a Gestão do Patrimônio Cultural Imaterial no âmbito da COOP SUL, uma realização do Centro Lucio Costa (CLC), em parceria com o Centro Regional para a Salvaguarda do Patrimonio Cultural Imaterial (Crespial), com apoio da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) e coordenação técnica da Inspire | Gestão Cultural. São 50 vagas para o curso que acontecerá entre os dias 19 de fevereiro e 04 de maio, com aulas ministradas pela internet. O curso tem a coordenação de conteúdo de Lucas dos Santos Roque e o corpo docente é formado por especialistas do Brasil e da América Latina. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo site www.inspirebr.com.br/ead. A seleção dos participantes ocorrerá no dia 10 de fevereiro.
Estruturado em oito disciplinas, o curso tem como objetivo fortalecer as capacidades locais para estruturação e execução de políticas de patrimônio imaterial, nos estados e municípios brasileiros, por meio da capacitação de gestores culturais para atuarem na salvaguarda do patrimônio cultural imaterial – legislação, identificação, reconhecimento, apoio e fomento à sustentabilidade. Também permitirá analisar e discutir os principais conceitos relacionados ao patrimônio cultural brasileiro em suas diferentes dimensões e interações com aspectos de identidade, território e meio ambiente, incentivando o espírito crítico dos participantes e qualificando-os para desempenhar ações mais efetivas e conscientes nesta área específica. O curso é voltado para gestores públicos na área do Patrimonio Cultural Imaterial, responsáveis pela gestão de políticas de salvaguarda deste tipo de patrimônio.
Nos primeiros dias do curso, será ministrada a disciplina Ambientação em EAD, que tem como objetivo quebrar uma possível resistência dos alunos em relação à aprendizagem virtual, otimizar a utilização dos recursos da plataforma do curso e explicitar a metodologia adotada.  
Também serão oferecidas as disciplinas:
- Ambientação em espaços virtuais e introdução ao funcionamento do curso;
- A constituição do campo do patrimônio imaterial e seus conceitos estruturantes;
- A Convenção para a salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial (Convenção de 2003) e as suas Diretrizes Operativas;
- A Gestão Pública do PCI;
- A participação da comunidade na Gestão do PCI;
- Diferentes possibilidades e metodologias de apoio, fomento, divulgação e promoção do PCI;
- Diferentes possibilidades e metodologias de reconhecimento, identificação, investigação e documentação do PCI;
- Transversalidade e interfaces do Patrimônio Imaterial.
Outras informações podem ser obtidas no site www.inspire.com.br ou pelo telefone (31) 3274.4953. Os e-mails para contato são suporte@inspirebr.com.br e michelleantunes@inspirebr.com.br
Fonte: CLC - DPI - Iphan

Carnaval 2015: TCM-CE recomenda a não aplicação de recursos públicos

O Tribunal de Justiça do Estado do Ceará(TCM-CE) recomendou a todos os 184 municípios cearenses, através do Ofício circular nº 01/2015 PRESI, a não aplicação de recursos públicos no carnaval 2015, como a contratação de bandas, e/ou trio elétricos, montagem de palco, apoio financeiro às escolas de samba, dentre outros,relacionados à Folia, especialmente nos municípios que estão em situação de emergência ou estado de calamidade pública devido à seca. 

Nos municípios que não estão em estado de emergência e/ou calamidade deverão agir com prudência de modo a evitar desperdício de recursos públicos, segundo a Recomendação.


Todos os gastos realizados no carnaval pelos gestores devem ser registrados no Portal Eletrônico das Licitações do TCM-CE, para efeito de divulgação e controle. A recomendação tem base no art. 37, caput, da Constituição Federal.  



Fonte: TCM-CE


domingo, 11 de janeiro de 2015

Fidel Castro morto e cuba escondendo?

Várias agências de notícias, tem alertado de que a Ilha de Cuba, estaria mantendo sigilio sobre assunto que já é mais do que fato, o general Fidel castro já teria falecido, mas a noticia estaria sendo mantida em sigilio para impedir problemas políticos na Ilha.

De uma família de fazendeiros, Castro é filho de um imigrante espanhol e de uma cozinheira. Foi educado em colégios jesuítas, na cidade de Havana. Em 1945 ingressou na Universidade da capital cubana para estudar direito. Em 1948 viajou à Colômbia como delegado da Federação dos Estudantes Universitários, para uma conferência. Voltou às pressas para Cuba, suspeito de ter participado do assassinato do líder liberal Eliecer Gaitán.
Após chegar ao poder em 59, Fidel Castro começou a promover uma série de mudanças na ilha caribenha. A agricultura ganhou maior espaço, a educação mereceu atenção especial e o governo anulou a presença de indústrias norte-americanas no país. No início dos anos 60, inquietos com o governo que se instaurava em Cuba, os EUA arquitetaram a invasão da Baía dos Porcos. A tentativa fracassou e Fidel aproveitou o momento para declarar oficialmente seu Estado socialista-leninista.
Em 2008 ele renunciou ao cargo de presidente em favor de seu irmão Raul Castro mas há rumores de que o seu governo e desmando continuava por de trás das cortinas.
Na semana "trasada" o jornalista Nelson Bocaranda afirmou que o ex-ditador cubano Fidel Castro estaria morto há alguns dias e que sua morte seria anunciada nos próximos dias. De acordo com o jornalista venezualano, a morte de Fidel teria sido “postergada” para depois do resultado das eleições presidenciais da Venezuela, visando não atrapalhar o aliado Hugo Chávez no pleito. Bocaranda tem crédito internacional. Ele foi o primeiro jornalista do mundo a informar que Chávez sofria de câncer, notícia que foi revelada e confirmada pelo governo venezuelano alguns dias depois.
De fato, a notícia ou boato parece ter um pouco de verdade. Fidel Castro anda sumido. Não escreve um artigo ou reflexão para os jornais cubanos desde junho e também não faz aparições públicas na ilha desde a visita do Papa Bento 16 em abril. Suas resenhas muitas vezes são provas ao resto do mundo de que está vivo, já que vira e mexe, alguém diz que ele morreu.
Fonte: Blog não acredito!

CORECON-CE elege nova presidência, e dá posse aos conselheiros suplentes e efetivos para 2015

O economista do Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste (Etene/BNB) Allisson David de Oliveira Martins, foi eleito por unanimidade presidente do Conselho Regional de Economia do Ceará nesta quinta-feira (8), na primeira reunião plenária do ano.
A economista e presidente do Conselho Fiscal da CAPEF- Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Nordeste do Brasil – e também diretora da Audiplan Serviços Empresariais S/S, Izabel Christina de Carvalho Colares Maia, ficou com a vice-presidência. O mandato é de um ano.

Antes da eleição, foram empossados, ainda, três novos conselheiros efetivos do CORECON-CE, de um total de 9, eleitos em outubro de 2014. São eles: Vicente Ferrer Augusto Gonçalves, Izabel Christina de Carvalho Colares Maia e Lauro Chaves Neto.

Para a função de conselheiros suplentes foram empossados também mais três novos integrantes, no total de 8, eleitos igualmente em outubro do ano passado, que são: Desirée Custódio Mota Gondim, José Sydrião de Alencar Junior e Célio Fernando Bezerra Melo . Os novos conselheiros foram eleitos para o triênio 2015/2017.

CORECON-CE elege Allisson Martins para presidente, e Izabel Colares para vice-presidente
CORECON-CE apresenta nova presidência, e dá posse aos conselheiros eleitos em 2014
Novo terço de conselheiros do CORECON-CE foi empossado na primeira reunião plenária de 2015
O economista Henrique Jorge Medeiros Marinho deixa a presidência do CORECON-CE depois de dois anos de mandato
Fonte: Corecon-CE

Enem em versão on-line

Em declaração concedida ao jornal Folha de S. Paulo, o novo ministro da educação, Cid Gomes, afirmou que deseja adotar uma prova on-line no Enem (Exame nacional do Ensino Médio) e aplicar mais de um exame a cada ano. "Vou levar a proposta à presidente Dilma", disse o ministro.
Desta forma, a prova não seria mais realizada em papel e passaria a ser respondida em terminais de computadores, onde ficariam disponíveis os bancos de perguntas. A ideia encerraria a aplicação da prova em apenas um fim de semana para criar um esquema em que os alunos inscritos no exame teriam alguns dias para se deslocar aos lugares credenciados e fazer o Enem. "Cada aluno faria uma prova diferente, com escolha aleatória das questões", afirmou Cid Gomes.
Com o modelo posto na prática, o aluno poderia fazer quantas edições desejasse e ficaria à cargo das instituições de ensino superior indicar quais das versões seria aceita para o ingresso. Já a aplicação da prova seria responsabilidade de uma rede pública credenciada anteriormente, como por exemplo, as próprias universidades federais.
Cid Gomes defendeu que a primeira aplicação sob esses moldes seria gratuita, totalmentecusteada pelo governo federal. Porém, nas edições futuras, os encargos teriam que ser desembolsados pelos estudantes.
Junto com isso, o ministro retoma a proposta de realização do exame mais vezes durante o ano, uma promessa de Fernando Haddad em 2009, quando também era ministro da educação. A intenção é aumentar as chances de ingresso nas universidades e diminuir a pressão de uma única edição durante o ano inteiro.
O novo modelo
A inspiração é o SAT (Scholastic Aptitude Test ou Scholastic Assessment Test), um exame padronizado nos Estados Unidos, parecido com o Enem brasileiro, e que permite a aplicação de questões diferentes simultaneamente. Nos EUA ele é aplicado várias vezes durante o ano. No caso, a metodologia proposta pelo exame brasileiro, a Teoria de Resposta ao Item (TRI), também torna possível a elaboração de provas distintas com o mesmo grau de dificuldade.
Porém, para por em prática o novo modelo, algumas medidas teriam que ser tomadas. Seria necessário um extenso banco de questões e também uma rede confiável para aplicação das provas. Como solução, Cid Gomes propõe que o banco de perguntas seria público e "com isso, elas poderiam ser analisadas por entidades e questionadas, se for o caso". Para ele, não existe a possibilidade de os estudantes decorarem tais questões. "Seriam milhares de perguntas para cada área. Se o aluno conseguir decorar todas, ele é um gênio".
No entanto, Cid ainda não definiu nenhum prazo para adotar o novo modelo, mas  afirma que deseja adotá-lo durante seu período no comando da pasta.
Fonte: Diariodonordeste

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

A Religião faz mal para a sociedade

Retificamos, que o alcorão é o livro sagrado da religião islâmica, e não a biblia, como havíamos dito anteriormente. 
Eu estava vendo um vídeo no youtube do sociólogo Phil Zuckerman, ele publicou em 2010 o livro: "A Sociedade sem Deus". Ele fala especialmente da economia, sociedade e comportamento dos Países considerados sem religião e compará-os com Nações consideradas religiosas. Ele constatou através de sua pesquisa, que os "Países sem religião" vivem muito melhor que os "Países com religião". Confesso que aquilo me chamou muito atenção. 

Ser religioso não significa necessariamente crer em Deus.  Se você olhar para a Bíblia, que é a base das maiores "religiões" do mundo:  cristianismo, judaísmo e islamismo(alcorão), você verá que o comportamento de muitos "religiosos" não é compatível com o que está escrito. A Bíblia diz: " Amarás o teu próximo como a ti mesmo". Não é esse o comportamento dos ditos religiosos. 

A Biblia é divida em dois períodos: " O "antigo testamento" e o "novo testamento". Segundo o Filho de Deus todo o velho testamento já foi cumprido Nele. Mas os "religiosos" continuam agindo de maneira errônea levando em consideração o modelo de vida retratado no antigo testamento, quando este já foi totalmente cumprido (abolido).

O que aconteceu em Paris na ultima quarta-feira(07) foi mais um ato de covardia, com falso fundamento religioso. Se Maomé é deus, deixe que ele se defenda, mas atacar e matar pessoas tendo como desculpas a religião é terrorismo. Doze pessoas inocentes morreram, outras ficaram feridas. Artistas que viam na arte de desenhar a liberdade de se expressar e ser feliz. A liberdade de expressão é  um direito fundamental, mas vem sofrendo fortes ameaças. E essas ameaças têm ultrapassado fronteiras...

No meu ponto de vista a "religião" faz muito mal para as pessoas. Faz mal para a sociedade. A "religião" é inimiga da Palavra escrita na Bíblia Sagrada.

Achei muito interessante o que o Pastor Silas Malafaia falou tempos atrás sobre religião. Ele cita seis motivos porque a religião é inimiga da sociedade, confira.

1. A religião promove o tribalismoInfiel, selvagem, herege. A religião divide entre conhecedores e estranhos. Ao invés de boas intenções, os adeptos muitas vezes são ensinados a tratar estranhos com desconfiança. “Não vos ponhais em jugo desigual com incrédulos”, diz a Bíblia cristã. “Eles querem que você não creia como eles não creem, e então vocês serão iguais; portanto, não sejais amigos deles “, diz o Alcorão (Sura 4:91).
Na melhor das hipóteses, ensinamentos como esses desencorajam ou mesmo proíbem os tipos de amizade e casamentos mistos que ajudam clãs e tribos a passarem a fazer parte de um todo maior. Na pior das hipóteses, os forasteiros são vistos como inimigos de Deus e da bondade, potenciais agentes de Satanás, sem moralidade e não confiáveis. Os crentes podem se amontoar, antecipando o martírio. Quando tensões latentes entram em erupção, sociedades se dividem com falhas sectárias.
2. A religião ancora crentes à Idade do Ferro. Concubinas, encantamentos mágicos, povo escolhido, apedrejamentos… A Idade do Ferro foi uma época de superstição galopante, ignorância, desigualdade, racismo, misoginia e violência. A escravidão tinha sanção de Deus. Mulheres e crianças foram literalmente posses dos homens. Pessoas desesperadas sacrificavam animais, produtos agrícolas, e os soldados inimigos organizavam holocaustos com o objetivo de apaziguar os deuses.
Os textos sagrados, incluindo a Bíblia, a Torá e o Alcorão, preservaram e protegeram os fragmentos da cultura da Idade do Ferro, colocando o nome de Deus para endossar alguns dos piores impulsos humanos. Qualquer crente que queira desculpar o seu próprio temperamento, senso de superioridade, belicismo, intolerância ou destruição planetária pode encontrar validação nos escritos que afirmam ser de autoria de Deus.
Hoje, a consciência moral da humanidade está evoluindo, fundamentada em uma compreensão cada vez mais profunda e mais ampla da Regra de Ouro. Mas muitos crentes conservadores não podem avançar. Eles estão ancorados à Idade do Ferro. Isto os coloca contra as mudanças em uma batalha interminável que consome energia e atrasa a resolução criativa de problemas.
3. A religião faz da fé uma virtude. Confie e obedeça pois não há maneira de ser feliz sem Jesus. O Senhor opera de formas misteriosas, dizem os pastores a pessoas abaladas por um câncer no cérebro ou um tsunami. A fé é uma virtude.
Como a ciência ganhar o território que já foi da religião, crenças religiosas tradicionais exigem cada vez maiores defesas mentais contra informações ameaçadoras. Para ficar forte, a religião treina os crentes para a prática do auto-engano, afastando evidências contraditórias. Esta abordagem se infiltra em outras partes da vida. O governo, em particular, torna-se uma luta entre ideologias, em vez de uma busca para descobrir entre soluções práticas, baseadas em evidências que promovam o bem-estar.
4. A religião desvia impulsos generosos e boas intenções. Sentiu-se triste sobre o Haiti? Doe para nossa mega-igreja. Grades campanhas em tempos de crise, felizmente, não são a norma, mas a religião redireciona a generosidade a fim de perpetuar a própria religião. Pessoas generosas são incentivadas a dar dinheiro para promover a própria igreja, em vez de o bem-estar geral. A cada ano, milhares de missionários atiram-se ao duro trabalho de salvar almas em vez de salvar vidas ou salvar o nosso sistema de suporte de vida planetária. O seu trabalho, livre de impostos, engole capital financeiro e humano.
Os judeus ortodoxos gastam dinheiro em perucas para mulheres. Os pais evangélicos, forçado a escolher entre a justiça e o amor, chutam adolescentes gays para a rua.
5. A religião promove a inação. O que há de ser, será. Confia em Deus. Todos já ouvimos essas frases, mas às vezes não reconhecemos a profunda relação entre religiosidade e resignação. Nas maioria das seitas conservadores do judaísmo, cristianismo e islamismo, as mulheres são vistas como mais virtuosas se deixarem Deus gerir o seu planejamento familiar. As secas, a pobreza e o câncer são atribuídos à vontade de Deus, em vez de às decisões erradas; fieis esperam que Deus resolva os problemas que eles poderiam resolver por si próprios.
Essa atitude prejudica a sociedade em geral, bem como os indivíduos. Quando as maiores religiões de hoje surgiram, as pessoas comuns tinham pouco poder de mudar as estruturas sociais, quer através da inovação tecnológica ou da defesa. Viver bem e fazer o bem, em grande parte, eram assuntos pessoais. Quando essa mentalidade persiste, a religião inspira piedade pessoal sem responsabilidade social. Os problemas estruturais podem ser ignorados, enquanto o crente é gentil com amigos e familiares e generoso para com a comunidade tribal de crentes.
6. As religiões buscam o poder. As religiões são instituições criadas pelo homem, assim como empresas com fins lucrativos. E, como qualquer empresa, para sobreviver e crescer uma religião precisa encontrar uma maneira de construir poder e riqueza e competir por participação de mercado. Hinduísmo, Budismo, Cristianismo, qualquer grande instituição religiosa duradoura é tão especialista nisso como a Coca-cola ou a Chevron. E estão dispostos a exercer seu poder e riqueza no serviço de auto-perpetuação, ainda que prejudiquem a sociedade em geral.
Na verdade, prejudicar a sociedade pode realmente ser parte da estratégia de sobrevivência da religião. Nas palavras do sociólogo Phil Zuckerman e do pesquisador Gregory Paul, “nem uma única democracia avançada que goza de condições sócio-econômicas benignas mantém um alto nível de religiosidade popular.” Quando as pessoas se sentem prósperas e seguras, a dependência da religião diminui.
Vera Cavalcante com informações do texto escrito por Silas Malafaia